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quarta-feira, 15 de junho de 2011

O bom sabor de um gelado


  Os gelados são um preparado culinário moderno, só possível a partir do século XIX quando o Homem conseguiu desenvolver meios para conservar pelo frio. São um produto que agrada muito à generalidade das pessoas, principalmente às crianças e aos jovens.

  Apesar de tudo, os gelados têm vantagens e inconvenientes que convém conhecer. Para além de serem saborosos, na maioria são ricos em leite e cálcio, existem em múltiplas variedades e até podem ser confeccionados em casa. No entanto, a maioria dos gelados são também muito calóricos, ricos em gorduras saturadas, açúcares e aditivos, podendo inclusive provocar dificuldades de digestão. 
 

  Nos gelados comercializados em embalagens é possível analisar a lista de ingredientes que se encontra no rótulo, para escolher os menos prejudiciais - recordamos que numa lista de ingredientes estes vêm por ordem decrescente de quantidade, ou seja, primeiro os que entram em maior quantidade e assim sucessivamente. Há gelados que contêm natas e, por isso, são mais calóricos e têm maior teor em gordura, bem como os que têm chocolate, ou pedaços de amêndoas, amendoins, etc... Os gelados de gelo têm somente água, açúcar e aditivos, pelo que não apresentam qualquer valor nutricional.

  Outro aspecto importante é o da conservação. O frio inactiva os micro-organismos, mas não os destrói. Por esta razão, os gelados devem "circular", desde o fabrico ao consumo, numa cadeia de frio que não pode ser interrompida. Se tal se verificar, o produto perde qualidades e pode entrar em decomposição, mesmo que esta não seja visível. Não raras vezes há quem altere a temperatura das arcas para valores acima dos necessários (-18º C, no caso dos gelados) para poupar energia e são acções como esta que podem colocar em risco a saúde pública. Evite, assim, comprar gelados com cristais de gelo na embalagem, com a embalagem danificada ou com a bolacha mole. Quando são gelados de cuba (tipo sorvete), não compre se não estiverem duros e consistentes ou se o estabelecimento não lhe merecer confiança em termos de higiene.
  Também podemos fazer gelados em casa, com a clara vantagem de os compormos à nossa maneira, sem aditivos, e mais saudáveis que os que se encontram à venda. Quando se utiliza fruta como ingrediente, não é necessário adicionar açúcar, uma vez que a fruta já é doce por si só. Para manter a temperatura ideal (-18º C), basta ter um aparelho frigorífico de três estrelas. Não coma o gelado imediatamente depois de o tirar do frio. Deixe-o aquecer um bocadinho e verá como sabe melhor.


Optar por gelados caseiros é, sem dúvida, uma alternativa bem mais saudável! 
 in http://www.infopedia.pt/

  O tempo começa a aquecer e também já começa a apetecer uns geladinhos para refrescar! hehe
  Doces momentos!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Conheça destinos com nomes de comida e delicie-se!

  O que o país africano Camarões, a cidade catarinense Palmitos e as capitais síria, Damasco, e peruana, Lima, têm em comum? Todos estes locais têm nomes de produtos comestíveis. Como Canela, na Serra Gaúcha, Carolina, no Maranhão, Jaboticaba, no Rio Grande do Sul, e Polvilho, Limão e Cambuci, em São Paulo. Não são os únicos casos: o mundo é cheio de exemplos, alguns curiosos, outros bastante engraçados.

   No Brasil, tem o queijo Minas, mas poucos sabem que um dos queijos mais populares do mundo, o Cheddar, empresta seu nome para uma cidadezinha do oeste da Inglaterra. O Parmesão, por sua vez, recebe seu nome da cidade de Parma, igual ao Gorgonzola, também na Itália, e o Roquefort, na França. 
 
  O facto de a França ter um número grande de comidas e bebidas nomeadas a partir dos seus locais de produção tem a ver com a Denominação de Origem Controlada (DOC). Trata-se de um certificado que leva em conta a localização geográfica da produção de certos produtos. É o que faz com que um vinho espumante somente possa ser chamado de Champagne se tiver sido produzido nessa região da França. O mesmo vale para os queijos, cremes e algumas manteigas do país. Quer mais exemplos franceses? Tem os queijos Coulommiers, na região de Seine et Marne, e o Maroilles, no norte, mas também há a mostarda de Dijon, o creme Chantilly e bebidas como o Cognac. Há até um povoado na Bretanha que se chama L'Apéritif: o aperitivo!

   E não são apenas os produtos gastronómicos que valem a pena conhecer nestes locais. Muito deles são excelentes destinos turísticos. Chantilly fica ao norte de Paris e é um passeio bem agradável para quem visita a capital francesa. O famoso creme foi criado pelo chef François Vatel no belo Castelo de Chantilly, onde foi celebrado o casamento do jogador Ronaldo com a modelo Daniela Cicarelli. Além do castelo, Chantilly tem um museu equestre e um hipódromo que recebe exclusivas corridas como o Prix de Diane, no segundo domingo do mês de Junho.

   A cidade de Dijon, no leste da França, a uma hora e meia de comboio de Paris, é famosa pela sua mostarda, reconhecida no mundo inteiro. Dijon tem uma excelente gastronomia e está cercada por vinhedos que produzem os também famosos vinhos de Borgonha.

   Cognac, perto do litoral Atlântico, no centro do país, a 465 km de Paris, é onde nasceu o conhaque, destilado de uva. O turismo da cidade gira em torno desta bebida, com um roteiro de degustações e de visitas a castelos onde são vendidas algumas das melhores garrafas do produto, como o Courvoisier, "o conhaque de Napoleão". Cognac também se encontra no Caminho de Compostela.

  Berço do queijo que acompanha alguns dos lanches mais populares, a cidade inglesa de Cheddar foi um importante centro no Império Romano e oferece aos turistas uma viagem no tempo: desde seu comboio histórico, que data de finais do século XIX, até vestígios paleolíticos, de mais de 12 milhões anos de antiguidade. No local foi encontrado o mais antigo esqueleto humano do país: 9 milhões de anos. Há formações geológicas bem peculiares, como um rio subterrâneo. 

   Dois lanches predilectos dos brasileiros têm nome de cidades. Um deles, o beirute, recebe seu nome da capital do Líbano. Já o bauru, que foi criado em São Paulo, homenageia um estudante de Direito do início do século 20 que nasceu na cidade do interior de São Paulo . E a pizza napolitana homenageia Napoli; à milanesa faz referência a Milão, de onde é o prato original, por lá conhecido como "Cotoletta alla Milanesa".



   Italianos acham muito engraçado existir um prato, de origem argentina, chamado Milanesa Napolitana - o que soa tão absurdo para eles como seria para nós uma Carioca Paulistana. E por falar em lanches, o hambúrguer ganhou sua denominação em homenagem aos imigrantes alemães que chegaram aos Estados Unidos pelo porto de Hamburgo. Eles tinham a carne como alimento diário. Os americanos apenas acrescentaram o pão à receita.

Andrés Bruzzon 

domingo, 12 de junho de 2011

Como Água para Chocolate



   Leitura obrigatória para todos os amantes da cozinha, existe também em filme também, mas aconselho a leitura primeiro. Cada vez que cozinho lembro-me deste livro e da importância de cozinha com amor, a importância do nosso estado de espírito quando nos metemos na cozinha.

   Alguns detalhes:
  Neste romance surpreendente e admirável, que revelou ao leitor português uma grande escritora mexicana, toda a trama narrativa roda em torno da cozinha de um certo número de elementos culinários. Cada capítulo abre com uma receita fora do comum (mas ao mesmo tempo perfeitamente realizável), em pretexto e em volta da qual não apenas se juntam os comensais, mas também se "cozem" e "temperam" amores e desamores, risos e prantos, e se celebra o triunfo da alegria e da vida sobre a tristeza e a morte.
  Através dos amores proibidos de Tita e Pedro, Laura Esquivel retrata-nos o México rural dos princípios deste século e tece um hino inesquecível ao prazer dos sentidos e à liberdade criativa da mulher.
  Enorme sucesso editorial, "Como Água para Chocolate" foi traduzido em numerosos países e adaptado ao cinema.

sábado, 11 de junho de 2011

Intolerância à Lactose


O que é?
  É a incapacidade de aproveitarmos a lactose, ingrediente característico do leite animal ou derivados (laticínios) que produz alterações abdominais, no mais das vezes, diarréia, que é mais evidente nas primeiras horas seguintes ao seu consumo. 

Como se desenvolve?
  Na superfície mucosa do intestino delgado há células que produzem, estocam e liberam uma enzima digestiva (fermento) chamada lactase, responsável pela digestão da lactose. Quando esta é mal absorvida passa a ser fermentada pela flora intestinal, produzindo gás e ácidos orgânicos, o que resulta na assim chamada diarréia osmótica, com grande perda intestinal dos líquidos orgânicos.
  Existem pessoas que nascem sem a capacidade de produzir lactase e, enquanto bebés, sequer podem ser amamentados, pois surge implacável diarréia.
  Por outro lado, em qualquer época da vida pode aparecer esta incapacidade de produção ou uma inibição temporária, por exemplo, na sequência de uma toxinfecção alimentar que trouxe dano à mucosa intestinal. Igualmente, a dificuldade pode advir de lesões intestinais crônicas como nas doenças de Crohn e de Whipple, doença celíaca, giardíase, AIDS, desnutrição e também pelas retiradas cirúrgicas de longos trechos do intestino (síndrome do intestino curto).
  A deficiência congênita é comum em prematuros nascidos com menos de trinta semanas de gravidez.
  Nos recém-nascidos de gestações completas, os casos são raros e de caráter hereditário.
  A concentração da lactase nas células intestinais é farta ao nascermos e vai decrescendo com a idade.
  Nos EUA, um a cada quatro ou cinco adultos pode sofrer de algum grau de intolerância ao leite. Os descendentes brancos de europeus têm uma incidência menor de 25%, enquanto que na população de origem asiática o problema alcança 90%. Nos afro-americanos, nos índios e nos judeus, bem como nos mexicanos, a intolerância à lactose alcança níveis maiores que 50% dos indivíduos. 


O que se sente?
  É variável de pessoa a pessoa e de acordo com a quantidade ingerida.
  Assim, a maioria dos deficientes de lactase pode ingerir o equivalente a um ou dois copos de leite ao dia, desde que com amplos intervalos e não diariamente. Ainda que minoritários, não são raras as pessoas que, desde pequenas, evitam ou não gostam do leite, mesmo sem se darem conta que são assim porque o leite e derivados lhes faz mal.
  Os pacientes percebem aumento de ruídos abdominais, notam que a barriga fica inchada e que eliminam mais gases. Quando a dose de leite ou derivados é maior surge diarréia líquida, acompanhada de cólicas. A queixa de ardência anal e assadura é porque a acidez fecal passa a ser intensa (pH 6,0).
  A maioria dos pacientes que só tem intolerância a lactose, não tem evidências de desnutrição, nem mesmo maior perda de peso. Quando isso ocorre, pode haver a associação da intolerância com outras doenças gastro-intestinais. 

Como o médico faz o diagnóstico?
  Frequentemente a intolerância à lactose é sugerida pela história clínica, principalmente quando os dados são definidos e especificamente perguntados.
  A diminuição de sintomas após algumas semanas de dieta livre de lactose serve como teste diagnóstico/ terapêutico.
  O Teste de Tolerância à Lactose é o usado em nosso meio, pois não dispomos do Teste Respiratório, tido com o mais sensível e certamente o mais simples dos métodos.
  Entre nós, o paciente recebe para beber um copo de água contendo de 50 a 100 g de lactose e lhe é tirado sangue quatro a cinco vezes no espaço de duas horas. Quando a diferença entre a dosagem sanguínea da lactose de jejum e o pico da curva das demais medidas se mostrar menor de 20 mg%, o teste tem "curva plana" e é considerado positivo, indicando má absorção de lactose nessas pessoas.
  Há possibilidade de erro nos diabéticos, entre outros. A ocorrência de diarréia, ainda no laboratório e ou nas primeiras horas a seguir, reforça a conclusão de diagnóstico positivo para intolerância à lactose.

Como se trata e como se previne?
  Uma vez caracterizado o diagnóstico, pode se prevenir novos sintomas não usando leite e lacticínios. Usando-os, a prevenção é mediante a tomada de fermento sintético prévia a qualquer ingestão de lactose. Cabe salientar que vários medicamentos, inclusive antidiarreicos e anti-reumáticos contêm lactose no chamado excipiente, ou seja, no pó ou no líquido necessário para poder conter a substância básica num comprimido ou solução; isso é importante quando avaliamos os efeitos indesejáveis referidos pelos usuários.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sushi Fingido

  Segui a receita de Sushi Fingido do livro Feito em Casa da Joana Roque (pág. 265), agora para este jantar tardio e soube bem. Acabei simplificando-a um pouco porque a piolha ainda não aceita sabores diferentes, aliás é um problema para comer, aos poucos vamos conseguindo fazê-la arriscar para além dos cereais com leite.
  Esmaguem cada fatia de pão de forma (integral) com o rolo da massa de maneira a ficar fininha, depois barrei-as com maionese e numas pus uma delícia do mar e enrolei e noutras um bocado de salmão fumado e voltei a enrolar. Barrei por fora com maionese e panei nas sementes de sésamo. Depois é fatiar e está prontinho.


  Bom Apetite!

O tempo vai-nos faltando

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bolo/Pão de Maçã e Amêndoa

  A pedido da minha mãe fiz na máquina do pão um pão doce de maçã que no final mais parecia um bolo. Ficou bem saboroso. Como já tínhamos algumas maçãs a ficarem enrugaditas, demos-lhes bom uso.
  Colocam os  ingredientes por essa ordem na cuba da máquina do pão e reservam as maçãs. No caso da minha máquina pus no programa 4, que é o programa para pães doces e aquando do sinal sonoro para acrescentar mais ingredientes deitam as maçãs e para quem gosta um pouco de canela em pó.
  Como foi uma experiência no final do programa o pão ainda não estava completamente cozido, por isso pus no programa 12 que é o programa de cozedura e deixei-o a cozer mais um bocado e sempre espetando um palito. Logo que ficou cozido desliguei a máquina. Resultado:


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Mini-Quiches de Queijo e Bacon

  Uma solução rápida e fácil para um jantar leve, basta acompanhar com salada. Fica óptimo! Precisam de:
  Misturem numa taça o leite e os ovos e batam, temperem a gosto com pimenta e sal e juntem o bacon cortado em quadradinhos e o queijo. Depois é dividir a mistura por 12 forminhas de queques untadas com margarina e polvilhadas com farinha e levar ao forno por 20min a 180ºC ou até estarem douradinhas por cima.




  Bom Apetite!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Sabor Intenso

Descobri este site e adorei, por isso partilho convosco! =)


Momentos deliciosamente especiais para vocês!